Quem trabalha com varejo de material de construção sabe que o estoque é o coração do negócio. Ele representa boa parte do capital investido, impacta diretamente nas vendas e na saúde financeira da loja. E, mesmo assim, muitos gestores ainda tratam o estoque como algo secundário, até que o prejuízo apareça.
O problema é que os erros no controle de estoque, na maioria das vezes, são invisíveis no início. Um produto que some sem registro. Uma venda que não foi baixada. Uma compra que chegou, mas ninguém deu entrada. De pouquinho em pouquinho, esses deslizes afetam o caixa, a operação e a confiança do cliente.
Um dos erros mais comuns está na falta de inventário atualizado. Muitos lojistas ainda operam sem uma rotina de contagem ou fazem essa conferência apenas uma vez por ano, geralmente em cima da hora, no fim do exercício fiscal. O resultado é um cenário em que ninguém sabe exatamente o que tem na loja. Produtos encalhados continuam ocupando espaço, enquanto itens essenciais somem das prateleiras sem aviso.
Outro problema frequente é a insistência no controle manual. Mesmo em lojas com bom faturamento, ainda é comum ver planilhas desatualizadas, anotações feitas em cadernos ou a confiança excessiva na memória do colaborador mais experiente. Esse modelo até pode funcionar por um tempo, mas é altamente vulnerável a falhas humanas, esquecimento e falta de padronização.
A falta de integração entre setores também é um erro que custa caro. Quando o balcão de atendimento não sabe o que tem no estoque ou a equipe de entregas não sabe o que saiu do sistema, os retrabalhos se multiplicam. Isso gera atrasos, promessas não cumpridas e perda de tempo na conferência manual de informações que deveriam estar organizadas em um só lugar.
Além disso, muitas lojas pecam por não se antecipar à demanda. Produtos de alta rotatividade, como cimento, argamassa ou conexões hidráulicas, acabam saindo rápido e, se não houver uma rotina de reposição, a loja perde vendas importantes. E, como essas perdas não aparecem diretamente no caixa, muitas vezes o gestor só percebe quando o cliente não volta mais.
Por fim, o erro mais estratégico de todos: não utilizar um sistema especializado para a gestão de estoque. Hoje em dia, é possível controlar todo o fluxo, da entrada ao faturamento, com sistemas práticos e intuitivos, pensados exatamente para a realidade do varejo de construção. Esses sistemas eliminam o achismo, reduzem o retrabalho, automatizam alertas e ajudam o gestor a tomar decisões com base em dados, não em suposições.
Evitar erros no controle de estoque é mais do que uma boa prática: é uma necessidade para quem quer ter previsibilidade, margem de lucro saudável e crescimento sustentável. O estoque é dinheiro parado ou circulando e cabe à gestão decidir em qual dos dois lados quer ficar.
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