Quem gerencia uma loja de material de construção sabe que alguns produtos simplesmente “não param nas prateleiras”. São aqueles itens que saem o tempo todo, dia após dia, e sustentam o giro do caixa. É justamente por isso que precisam de uma atenção especial. Quando um produto de alta rotatividade falta, o impacto é direto no faturamento, na produtividade da equipe e na experiência do cliente.
Apesar disso, ainda é comum ver lojistas lidando com esses produtos de forma reativa. O estoque acaba, a equipe percebe só na hora da venda, e a compra é feita no susto, muitas vezes com pressa, sem negociação e pagando mais caro. O resultado? Menor margem de lucro, atraso nas entregas e, em alguns casos, perda de clientes para a concorrência.
Prever a demanda dos produtos mais vendidos não é um luxo, é uma estratégia de sobrevivência. E ela pode ser construída com passos simples. O primeiro deles é ter um histórico básico de vendas. Mesmo que você ainda não use um sistema completo de gestão, basta acompanhar quanto cada produto sai por semana ou por mês. Esse padrão se repete mais do que você imagina, especialmente em períodos previsíveis, como semanas de pagamento ou início de obras.
Além disso, é importante entender que certos comportamentos se repetem: aquele cliente que compra 10 sacos de cimento no início do mês, o aumento de saída de argamassa perto de feriados prolongados, ou a maior procura por itens de hidráulica em períodos chuvosos. Esses padrões precisam ser observados e usados a favor do planejamento.
Outro ponto-chave na gestão de produtos de alta rotatividade é o acompanhamento contínuo. Itens que saem rápido precisam ser monitorados com mais frequência. Em vez de esperar o inventário mensal, vale fazer revisões quinzenais ou até semanais nos setores mais movimentados da loja. Isso permite antecipar reposições e negociar melhor com fornecedores, evitando rupturas e compras em cima da hora.
Contar com um sistema especializado torna todo esse processo muito mais simples e confiável. Um bom ERP registra automaticamente cada venda, identifica os produtos com maior saída e pode até sugerir quantidades ideais para a próxima compra. Esse tipo de inteligência elimina o achismo e permite decisões baseadas em dados, com mais segurança, agilidade e economia.
No fim das contas, cuidar bem dos produtos de alta rotatividade é cuidar da saúde do negócio. Quando você antecipa a demanda, garante disponibilidade, mantém o fluxo de caixa equilibrado e fortalece a imagem da sua loja. O cliente encontra o que precisa, volta com confiança e indica para outros. E tudo isso começa com uma boa gestão de estoque.
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