O Que Acontece Quando o Dono Fica Fora da Loja por Um Dia?

É segunda-feira, 8h30 da manhã. A loja acabou de abrir e o dono, pela primeira vez em meses, resolveu tirar um dia de folga. Afinal, ninguém é de ferro. Ele avisa a equipe, confiante de que tudo vai correr bem. Mas, algumas horas depois, o celular começa a vibrar. — “Chefe, o fornecedor quer saber qual pedido era pra entregar hoje.”— “A cliente do portão tá perguntando se o orçamento ainda vale.”— “O estoque da tinta branca acabou, o que eu faço?” E lá se vai o dia de descanso. O dono tenta ajudar à distância, mas percebe o que já desconfiava há tempos: sem ele, a loja parece não funcionar. Essa é a realidade de muitos lojistas de material de construção. A rotina é intensa, o movimento não para, e o dono acaba se tornando o centro de todas as decisões, o que compra, o que vende, quem entrega, quanto cobrar. Tudo passa por ele. No início, isso até funciona. Mas com o tempo, essa dependência vira um peso. A operação fica engessada, o gestor não consegue planejar o crescimento e, quando precisa se ausentar, o caos se instala. A verdade é que esse tipo de problema não acontece por falta de dedicação. Pelo contrário, acontece por excesso de envolvimento operacional. O dono se dedica tanto a resolver o dia a dia que não sobra tempo para criar processos que funcionem sozinhos. E é exatamente aí que entra a importância de ter um sistema de gestão eficiente. Quando a loja opera com um ERP que integra estoque, vendas, financeiro e entregas, as informações deixam de depender da memória de uma pessoa e passam a estar todas registradas, acessíveis e confiáveis. Com o sistema certo, o vendedor não precisa ligar para o dono para saber o preço, ele já está atualizado no sistema. O responsável pelo estoque consegue ver o que está acabando e repor antes que falte. O financeiro acompanha entradas e saídas em tempo real. Tudo flui, mesmo quando o dono não está. Um bom ERP não substitui o gestor, mas liberta ele do operacional. Permite que a loja funcione de forma organizada e que o dono volte a fazer o que realmente importa: pensar no futuro do negócio, buscar oportunidades e, quem sabe, finalmente tirar um dia de folga sem precisar atender o telefone o tempo todo. 👉 Na Pontual, acreditamos que a verdadeira autonomia começa com informação. Nosso ERP conecta todos os setores da loja e ajuda gestores a manter o controle mesmo quando estão fora com segurança, clareza e tranquilidade.
Estoque Parado é Dinheiro Parado: Dicas para Girar Produtos Encalhados

Todo lojista de material de construção sabe o quanto é frustrante olhar para prateleiras cheias e perceber que certos produtos simplesmente não saem. Seja aquela linha de pisos que perdeu espaço para um modelo mais moderno, a tinta de cor específica que encalhou ou os acessórios que tiveram pouca procura? O fato é que estoque parado é dinheiro parado. E, no varejo, capital parado significa menos fôlego para investir em novos produtos, promoções ou melhorias na loja. O primeiro passo para resolver o problema é entender o giro de estoque. Isso significa analisar quanto tempo cada item leva para ser vendido desde a entrada até a saída. Um sistema de gestão ajuda a identificar facilmente quais produtos têm alta rotatividade e quais estão parados há meses. Essa visão permite agir com rapidez e estratégia, evitando que o estoque se torne um obstáculo para o crescimento. Depois de identificar os produtos encalhados, é hora de agir. Uma das formas mais eficazes é criar kits ou combos promocionais. Por exemplo: se um determinado tipo de argamassa está com pouca saída, combine-o com um piso de alta demanda e ofereça um desconto no conjunto. Além de liberar espaço, essa estratégia aumenta o ticket médio e agrega valor para o cliente, que percebe a oferta como uma vantagem. Outra boa prática é fazer campanhas sazonais. O verão, por exemplo, é uma ótima época para vender tintas, ferramentas e materiais de acabamento. Aproveite para montar uma vitrine temática ou uma promoção relâmpago para movimentar produtos antigos. Mesmo que a margem de lucro seja menor, o retorno em giro de caixa e renovação de estoque compensa. Mas atenção: é importante acompanhar as métricas e margens de lucro de perto. Promoções mal planejadas podem gerar prejuízos se o desconto for maior do que o custo suportável. Por isso, vale a pena usar relatórios de um ERP para lojas de material de construção para definir o preço certo e garantir que cada ação traga resultado positivo. Por fim, lembre-se de que estoque parado também indica oportunidade de melhoria. Às vezes, o produto encalhado não vende por falta de exposição, divulgação ou conhecimento da equipe. Um simples treinamento para os vendedores pode mudar esse cenário, mostrando como destacar os benefícios do item e oferecê-lo no momento certo da venda. Gerir bem o estoque é uma arte que combina dados, estratégia e criatividade. Com controle e planejamento, é possível transformar produtos esquecidos em lucro e manter o fluxo de caixa saudável. Afinal, estoque parado é dinheiro parado e cada metro de prateleira deve estar trabalhando a favor do seu negócio. Quer ter mais controle sobre o giro de produtos e vender de forma inteligente? Fale com um especialista da Pontual e descubra como o ERP pode ajudar sua loja a organizar, analisar e lucrar mais.
Vendas em Alta: Como Preparar sua Loja para o Verão e a Temporada de Obras

O verão é uma das épocas mais movimentadas para as lojas de material de construção. Com o clima seco e as chuvas mais previsíveis, é o período ideal para reformas, pinturas e pequenas obras. E quando a demanda cresce, as oportunidades de aumentar o faturamento também. Mas, para aproveitar bem esse momento, é preciso planejamento, organização e atenção aos detalhes. Durante a temporada de obras, produtos como tintas, pisos, rejuntes, argamassas, ferramentas e materiais hidráulicos ganham saída rápida. Muitos lojistas acabam sendo pegos de surpresa com o aumento das vendas e enfrentam um problema comum, o estoque desorganizado ou com falta de itens essenciais. Isso gera atrasos, perda de oportunidades e até frustração dos clientes, que acabam buscando concorrentes melhor preparados. Por isso, o primeiro passo é fazer uma boa análise de estoque. Verifique quais produtos tiveram alta procura nos verões anteriores, faça uma previsão de demanda e antecipe as compras com fornecedores. O ideal é manter um equilíbrio, ter volume suficiente dos itens mais vendidos, mas sem exagerar, para não comprometer o capital de giro. Produtos sazonais, como tintas e acabamentos, também merecem atenção, são campeões de venda no calor, mas podem encalhar se o planejamento não for preciso. Outro ponto fundamental é o controle de entrada e saída de produtos. Com o fluxo intenso de mercadorias, erros de registro e divergências no estoque são mais comuns. Nessa hora, o uso de um sistema de gestão faz toda a diferença. Um ERP para lojas de material de construção ajuda a registrar cada movimentação, emitir notas rapidamente e monitorar as vendas em tempo real. Assim, o gestor toma decisões com base em dados e evita surpresas desagradáveis durante o período de alta demanda. Além do estoque, é importante preparar a equipe de atendimento. Treinar vendedores para orientar o cliente sobre o melhor produto, oferecer opções complementares e agilizar o processo de compra pode aumentar o ticket médio e melhorar a experiência de quem visita a loja. Pequenas ações, como montar kits prontos para reforma, facilitar o pagamento ou criar promoções relâmpago, ajudam a atrair e fidelizar mais clientes. Por fim, não se esqueça de planejar a logística de entrega. No verão, o volume de pedidos cresce, e garantir que tudo chegue no prazo é essencial para manter a reputação da loja. Organizar rotas, revisar veículos e acompanhar entregas com tecnologia evita atrasos e garante eficiência. Com planejamento, controle e uma boa estratégia de atendimento, o verão pode ser a melhor época do ano para impulsionar resultados. Lojas que se antecipam e se organizam conseguem vender mais, evitar rupturas e aproveitar cada oportunidade que a temporada oferece. Quer preparar sua loja para a alta temporada com mais eficiência? Fale com um especialista da Pontual e descubra como um ERP pode ajudar a organizar estoque, entregas e vendas em um só lugar.
Como Reduzir Erros de Faturamento e Evitar Prejuízos na Sua Loja

No dia a dia de uma loja de material de construção, cada venda precisa ser registrada de forma correta, com todos os dados fiscais, valores e prazos alinhados. Porém, erros de faturamento ainda são mais comuns do que se imagina e, muitas vezes, só são percebidos quando já geraram prejuízos financeiros, problemas com o cliente ou complicações fiscais. Um valor lançado errado, um desconto não registrado, uma nota fiscal emitida com dados incorretos ou simplesmente esquecida pode impactar diretamente o caixa e a credibilidade da loja. Em um mercado tão competitivo, esses deslizes não comprometem apenas o resultado financeiro, mas também a confiança e a reputação do negócio. Grande parte desses erros acontece pela falta de integração e padronização nos processos. Em muitas operações, o atendimento registra o pedido em um papel, o financeiro digita no sistema e a emissão da nota fiscal fica a cargo de outra pessoa, que trabalha com informações repassadas de forma manual. Esse caminho, fragmentado e sujeito a falhas humanas, é um convite para que erros se acumulem. Sem controle em tempo real, é comum que notas sejam emitidas fora do prazo, que impostos sejam calculados de forma incorreta ou que mercadorias saiam sem a documentação adequada, gerando riscos não apenas financeiros, mas também legais. As consequências de um faturamento desorganizado vão além do caixa. Além de prejuízos diretos com valores divergentes e devoluções, há a possibilidade de multas e autuações por parte do fisco, a perda de credibilidade perante o cliente e o retrabalho da equipe para corrigir documentos. Um problema que poderia ser evitado com processos claros e integrados acaba consumindo tempo e energia que poderiam ser dedicados ao crescimento da loja. A solução está na automatização e integração. Um sistema para emissão de notas integrado a um ERP especializado para lojas de material de construção elimina etapas manuais e centraliza todas as informações de forma segura e padronizada. Com ele, o pedido de venda já gera automaticamente a nota fiscal, os impostos são calculados de acordo com a legislação vigente e o estoque, o financeiro e as vendas são atualizados simultaneamente. Assim, dados são registrados apenas uma vez, diminuindo o risco de erros e garantindo que as informações sejam precisas. Em uma operação tradicional, sem integração, o vendedor registra a venda, o financeiro lança no sistema dias depois e, por fim, outro colaborador emite a nota. Nesse intervalo, é comum que o preço seja digitado errado ou que descontos combinados com o cliente não sejam registrados. Já com um ERP, o faturamento é feito no ato da venda, com total precisão e segurança. Isso protege o lucro, evita problemas com o fisco e melhora a experiência do cliente, que recebe o documento fiscal correto de forma ágil. Faturar corretamente não é apenas uma questão de organização, mas uma estratégia essencial para manter a saúde financeira e a credibilidade da sua loja. Investir em um sistema especializado é garantir agilidade, precisão e tranquilidade para vender mais e crescer de forma sustentável. Se você quer entender como um ERP pode acabar de vez com erros de faturamento, fale com um especialista da Pontual e veja como transformar o seu negócio.
5 Erros Comuns no Controle de Estoque que Podem Estar Custando Caro para Sua Loja

Quem trabalha com varejo de material de construção sabe que o estoque é o coração do negócio. Ele representa boa parte do capital investido, impacta diretamente nas vendas e na saúde financeira da loja. E, mesmo assim, muitos gestores ainda tratam o estoque como algo secundário, até que o prejuízo apareça. O problema é que os erros no controle de estoque, na maioria das vezes, são invisíveis no início. Um produto que some sem registro. Uma venda que não foi baixada. Uma compra que chegou, mas ninguém deu entrada. De pouquinho em pouquinho, esses deslizes afetam o caixa, a operação e a confiança do cliente. Um dos erros mais comuns está na falta de inventário atualizado. Muitos lojistas ainda operam sem uma rotina de contagem ou fazem essa conferência apenas uma vez por ano, geralmente em cima da hora, no fim do exercício fiscal. O resultado é um cenário em que ninguém sabe exatamente o que tem na loja. Produtos encalhados continuam ocupando espaço, enquanto itens essenciais somem das prateleiras sem aviso. Outro problema frequente é a insistência no controle manual. Mesmo em lojas com bom faturamento, ainda é comum ver planilhas desatualizadas, anotações feitas em cadernos ou a confiança excessiva na memória do colaborador mais experiente. Esse modelo até pode funcionar por um tempo, mas é altamente vulnerável a falhas humanas, esquecimento e falta de padronização. A falta de integração entre setores também é um erro que custa caro. Quando o balcão de atendimento não sabe o que tem no estoque ou a equipe de entregas não sabe o que saiu do sistema, os retrabalhos se multiplicam. Isso gera atrasos, promessas não cumpridas e perda de tempo na conferência manual de informações que deveriam estar organizadas em um só lugar. Além disso, muitas lojas pecam por não se antecipar à demanda. Produtos de alta rotatividade, como cimento, argamassa ou conexões hidráulicas, acabam saindo rápido e, se não houver uma rotina de reposição, a loja perde vendas importantes. E, como essas perdas não aparecem diretamente no caixa, muitas vezes o gestor só percebe quando o cliente não volta mais. Por fim, o erro mais estratégico de todos: não utilizar um sistema especializado para a gestão de estoque. Hoje em dia, é possível controlar todo o fluxo, da entrada ao faturamento, com sistemas práticos e intuitivos, pensados exatamente para a realidade do varejo de construção. Esses sistemas eliminam o achismo, reduzem o retrabalho, automatizam alertas e ajudam o gestor a tomar decisões com base em dados, não em suposições. Evitar erros no controle de estoque é mais do que uma boa prática: é uma necessidade para quem quer ter previsibilidade, margem de lucro saudável e crescimento sustentável. O estoque é dinheiro parado ou circulando e cabe à gestão decidir em qual dos dois lados quer ficar. Quer descobrir como reduzir falhas no controle do seu estoque com o apoio de um sistema inteligente? Fale com um especialista e veja na prática como transformar esse setor em um diferencial competitivo.
Alta Rotatividade: Como Prever e Atender a Demanda de Produtos Mais Vendidos

Quem gerencia uma loja de material de construção sabe que alguns produtos simplesmente “não param nas prateleiras”. São aqueles itens que saem o tempo todo, dia após dia, e sustentam o giro do caixa. É justamente por isso que precisam de uma atenção especial. Quando um produto de alta rotatividade falta, o impacto é direto no faturamento, na produtividade da equipe e na experiência do cliente. Apesar disso, ainda é comum ver lojistas lidando com esses produtos de forma reativa. O estoque acaba, a equipe percebe só na hora da venda, e a compra é feita no susto, muitas vezes com pressa, sem negociação e pagando mais caro. O resultado? Menor margem de lucro, atraso nas entregas e, em alguns casos, perda de clientes para a concorrência. Prever a demanda dos produtos mais vendidos não é um luxo, é uma estratégia de sobrevivência. E ela pode ser construída com passos simples. O primeiro deles é ter um histórico básico de vendas. Mesmo que você ainda não use um sistema completo de gestão, basta acompanhar quanto cada produto sai por semana ou por mês. Esse padrão se repete mais do que você imagina, especialmente em períodos previsíveis, como semanas de pagamento ou início de obras. Além disso, é importante entender que certos comportamentos se repetem: aquele cliente que compra 10 sacos de cimento no início do mês, o aumento de saída de argamassa perto de feriados prolongados, ou a maior procura por itens de hidráulica em períodos chuvosos. Esses padrões precisam ser observados e usados a favor do planejamento. Outro ponto-chave na gestão de produtos de alta rotatividade é o acompanhamento contínuo. Itens que saem rápido precisam ser monitorados com mais frequência. Em vez de esperar o inventário mensal, vale fazer revisões quinzenais ou até semanais nos setores mais movimentados da loja. Isso permite antecipar reposições e negociar melhor com fornecedores, evitando rupturas e compras em cima da hora. Contar com um sistema especializado torna todo esse processo muito mais simples e confiável. Um bom ERP registra automaticamente cada venda, identifica os produtos com maior saída e pode até sugerir quantidades ideais para a próxima compra. Esse tipo de inteligência elimina o achismo e permite decisões baseadas em dados, com mais segurança, agilidade e economia. No fim das contas, cuidar bem dos produtos de alta rotatividade é cuidar da saúde do negócio. Quando você antecipa a demanda, garante disponibilidade, mantém o fluxo de caixa equilibrado e fortalece a imagem da sua loja. O cliente encontra o que precisa, volta com confiança e indica para outros. E tudo isso começa com uma boa gestão de estoque. 👉 Quer transformar sua forma de controlar os produtos mais vendidos? Fale com um especialista e descubra como a tecnologia pode facilitar sua rotina.
Como Integrar o Atendimento, o Estoque e as Entregas em um Só Sistema

Manter o estoque abastecido com os produtos certos, no momento certo, é um dos maiores desafios para quem gerencia uma loja de material de construção. Quando falamos dos itens de alta rotatividade, esse cuidado precisa ser redobrado. São esses produtos que garantem o giro constante e representam boa parte do faturamento. Quando faltam, o prejuízo é imediato e o cliente pode não voltar. O grande problema é que muitos lojistas deixam o controle desses produtos para a última hora. Trabalham no improviso, fazem compras emergenciais e perdem vendas justamente nos períodos de maior movimento. Isso acontece porque, na maioria das vezes, não há um acompanhamento consistente do estoque e do comportamento de vendas. Prever a demanda não precisa ser complicado. Mesmo com controles simples, é possível organizar o histórico de saída de cada produto e observar padrões que se repetem. Por exemplo, em muitas lojas, a venda de cimento costuma dobrar na semana do pagamento. Se você não estiver preparado para esse pico, o estoque pode acabar no momento mais lucrativo do mês e ninguém quer perder vendas nessa hora. Além disso, é essencial criar uma rotina para revisar os produtos mais vendidos com frequência. Esse acompanhamento pode ser quinzenal ou, em lojas de grande movimentação, até semanal. O importante é não deixar os itens de alto giro sem supervisão. Outro ponto que merece atenção é trabalhar sempre com uma margem de segurança. Ter um estoque mínimo é importante, mas manter uma reserva estratégica pode evitar rupturas inesperadas, principalmente quando ocorrem variações sazonais ou quando há promoções que aceleram a saída de determinados produtos. Contar com um sistema para lojas de material de construção torna esse processo muito mais confiável e simples. O sistema pode registrar automaticamente as vendas, sinalizar quando o estoque estiver baixo e até prever, com base no histórico, quando será o próximo pico de demanda. Isso elimina o achismo e permite decisões mais estratégicas sobre compras e reposições. Quando o controle é bem feito, os benefícios aparecem rapidamente: menos compras emergenciais, menos atrasos nas entregas e maior satisfação dos clientes. E, claro, mais lucro, porque você vende o que o cliente quer, no momento que ele procura. Organizar o estoque e prever as demandas dos produtos de alta rotatividade não é apenas uma boa prática. É uma estratégia inteligente para quem quer crescer com segurança e se destacar no mercado. Se você quer ter esse controle na palma da mão e evitar que os produtos mais vendidos faltem, fale com um especialista. Vamos te mostrar como um sistema pode transformar a rotina da sua loja.
5 Números que Mostram por que Digitalizar sua Loja Não é Mais uma Opção, é Sobrevivência

Em meio à concorrência acirrada e às mudanças no comportamento do consumidor, a digitalização deixou de ser diferencial para se tornar fator de sobrevivência no varejo de materiais de construção. Veja abaixo 5 números que comprovam por que essa virada é urgente — e como ela afeta diretamente o desempenho da sua loja: 1. Crescimento de mais de 100% nas vendas online de materiais de construção O setor de materiais para casa e construção registrou alta expressiva nas vendas online nos últimos dois anos. Isso mostra que o consumidor está cada vez mais digital, mesmo que finalize a compra na loja física, a decisão começa no ambiente online. 2. 63% dos consumidores querem uma experiência híbrida Segundo a Fecomércio-SP, mais da metade dos clientes prefere ser atendida por lojas que integram o físico e o digital. Ter um sistema que permite consultar preços, disponibilidade de estoque e condições de entrega com agilidade é hoje o mínimo esperado. 3. Redução de até 30% nos erros operacionais com automação Um estudo da FGV aponta que empresas que automatizam processos internos conseguem reduzir significativamente falhas comuns no dia a dia, como erros de estoque, divergência de preços e atrasos no faturamento. Isso significa mais eficiência com menos retrabalho. 4. Empresas orientadas por dados crescem até 35% mais rápido Lojas que tomam decisões baseadas em dados confiáveis apresentam crescimento acelerado. Quando você sabe o que vender, quanto comprar e onde investir, a gestão se torna estratégica, não mais uma sequência de decisões no escuro. 5. 82% dos lojistas digitalizados notaram aumento na satisfação dos clientes Empresas que deram o primeiro passo rumo à digitalização perceberam uma melhora clara no atendimento, no cumprimento de prazos e na fidelização. A experiência do cliente melhora porque os processos se tornam mais organizados e previsíveis. Quem entendeu esses números já começou a agir e os resultados têm sido visíveis no faturamento, na organização da operação e até na motivação da equipe. A Pontual, com mais de 30 anos de experiência no setor, tem ajudado lojas de materiais de construção a enxergar e executar esse caminho com segurança. Se você quiser entender como começar essa transformação na sua loja, estamos à disposição.














